6 de mar. de 2014

Perdida, nas mãos, ou no chão, a gente vê tanta coisa jogada fora, a gente se arrepende de ter amado.  De ter AMADO, as pessoas se arrependem de der amado, e isso parece tão surreal. Como achar rápido, de novo, aquele caminho bom? Como parar de chorar por dentro? Como catar cada pedacinho e colar de novo? As coisas mudaram, e os sentimentos também. 

Alguém me ajude a entender como o coração pode sofrer tanto... Solúvel, efêmero, parece que tudo foi tão rápido como o vento que anuncia a chuva.

Eu não quero mais um coração, seja lá como ele for. Com tudo isso, lembrei da conversa de não deixar nenhum coração gelado. O negócio não é ter um coração gelado, o lance é não ter um. É não ter portas, nem janelas, uma brexa se quer, não deixar o amor entrar.