Ontem durante o FIM – Festival
Imagem Movimento que aconteceu aqui em Macapá, conheci um filme; “Jambeiro do
Diabo”. Filme terno ao meu ver, só que ao mesmo tempo macabro por conta das
cenas rápidas, do sangue, do coração pulsante.
Em síntese a história narra a
busca de João Batista, homem magro e seco, sem alma. Em algum momento a
personagem percebe que é oco talvez na busca de consolar e justificar a
“ausência” de sentimento por sua namorada, a Juliana.
Isso me chamou atenção. Pra mim, nascemos dois, um corpo uma alma, dois
em um. Acho que alma é um misto de todas
as energias boas que fazem com que nosso corpo respire, e nós a alimentamos
para que assim ela siga, nos trazendo energia, nos mantendo vivos, porque é com
a ajuda dessas energias que conseguimos
exprimir as coisas boas que ela leva.
Acho que o João foi efetivamente
a imagem em movimento de tudo que eu achava a respeito da alma. Ele disse que ia atrás da sua alma, que era
oco.
Acho que muitas vezes esquecemos de
nossas almas. Às vezes esqueço-me da minha, confesso. Por conta disso, o filme
foi também uma “tapa na cara”. Deu-me medo de repente esquecer a minha por aí, em um banco de
praça, no ônibus, na sombra de uma arvore qualquer, ou até mesmo deixá – la
presa em algum sonho.
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