Eu tinha uma história de um rio calmo, com leves brisas de
fim de tarde, com cafuné e silêncio de amor
30 de jan. de 2013
17 de jan. de 2013
13 de jan. de 2013
12 de jan. de 2013
10 de jan. de 2013
Sou meu próprio caos. Eu sou um céu repleto de buracos
negros que engolem qualquer coisa que tenha vida. Qualquer coisa que sonhe, que
respire, que sinta o vento, qualquer brisa. Eu sou meu próprio furacão, minha próprio
dor. Eu sou minha próprio ferida e sinto vida ao me tocar com meu dedos podres
de mim mesma. Eu sou minha própria maldade.
3 de jan. de 2013
Quero mergulhar
no firmamento infinito de um horizonte longínquo de qualquer litoral humano. Longe
de suas loucuras absurdas e tão, tão humanas que são. Embarcar numa viagem de
céu, num dia azul, e caso tenha chuva, que venham. Chuva lava. Caso tenha
trovoes, que trovejem daí tirarei luz e a energia.
Sinto uma angústia humana de ter
sempre o que dizer, mas não saber usar as palavras corretas. É uma confusão
cerebral personificada num papel branco que também espera, assim como eu, a
claridade de pensamentos caóticos e sentimentos controversos em si próprios.
A única, talvez, ordem encontrada
seja a de um português vigilante, os parágrafos, as frases.
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