Sou meu próprio caos. Eu sou um céu repleto de buracos
negros que engolem qualquer coisa que tenha vida. Qualquer coisa que sonhe, que
respire, que sinta o vento, qualquer brisa. Eu sou meu próprio furacão, minha próprio
dor. Eu sou minha próprio ferida e sinto vida ao me tocar com meu dedos podres
de mim mesma. Eu sou minha própria maldade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário