10 de jan. de 2013


Sou meu próprio caos. Eu sou um céu repleto de buracos negros que engolem qualquer coisa que tenha vida. Qualquer coisa que sonhe, que respire, que sinta o vento, qualquer brisa. Eu sou meu próprio furacão, minha próprio dor. Eu sou minha próprio ferida e sinto vida ao me tocar com meu dedos podres de mim mesma. Eu sou minha própria maldade. 

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