Sinto uma angústia humana de ter
sempre o que dizer, mas não saber usar as palavras corretas. É uma confusão
cerebral personificada num papel branco que também espera, assim como eu, a
claridade de pensamentos caóticos e sentimentos controversos em si próprios.
A única, talvez, ordem encontrada
seja a de um português vigilante, os parágrafos, as frases.
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